Não é um sistema pronto que a instituição precisa aprender a usar. É uma plataforma clínica inteligente, desenvolvida com exclusividade para o modo como o seu hospital trabalha — e aperfeiçoada junto com a equipe, enquanto ela usa.
O Arsen cobre o percurso inteiro do paciente dentro do hospital. Cada módulo existe porque uma equipe precisou dele — nenhum foi desenhado por suposição.
Ocupação em tempo real, sinalização de pendências e passagem de plantão sem papel.
Assistentes para nutrição, hidratação, reposição e antimicrobianos, com assinatura digital do responsável.
Evolução, atestado, relatório e receituário no padrão da instituição, rastreáveis por versão.
Solicitação de leito, transferência interna e acompanhamento de vaga, com histórico completo.
Conferência da prescrição antes da dispensação, com registro de quem validou e quando.
Justificativa, cultura e tempo de uso registrados no ato — o que a comissão exige, quando exige.
Trocar a cor e o logotipo qualquer sistema faz. O Arsen é desenvolvido a partir dos fluxos reais da instituição: os setores que ela tem, os documentos que emite, as regras que segue.
Acompanhamos o trabalho como ele é hoje: setores, plantões, impressos, o que trava e o que já funciona.
A plataforma nasce com a nomenclatura, os leitos e os documentos do hospital — não com os de outro.
Entrada por setor, ao lado da equipe, com ajuste do que a prática mostrar nas primeiras semanas.
O sistema segue mudando enquanto o hospital muda. É relação de desenvolvimento, não contrato de licença.
Numa tela de plantão, cada cor precisa significar uma coisa só. No Arsen são três — e nenhuma aparece por estética.
Risco ao paciente, bloqueio ou suspensão. Exige parar e decidir.
Pendência que espera ação humana ou prazo vencendo.
Ato concluído e confirmado: validado, assinado, alta liberada.
Socorrão I, São Luís (MA). Urgência e emergência, terapia intensiva, enfermarias e centro cirúrgico operando na plataforma, com a nomenclatura de setores e os impressos oficiais da instituição.
Conte como o hospital trabalha hoje. A partir daí mostramos o que o Arsen resolveria e o que precisaria ser construído.